Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens

O problema das Redes Sociais



As redes sociais tomaram a internet de assalto e transformaram a forma de relacionamento entre as pessoas. Com suas qualidades e defeitos, plataformas como o Facebook, Orkut e Twitter hoje fazem parte do cotidiano da maioria dos cidadãos conectados em todo o planeta. Mas, para fazer parte do mundo corporativo, esse tipo de tecnologia ainda precisa trilhar um longo caminho.

Entre as empresas, o desejo de tirar proveito das facilidades de comunicação proporcionadas pelas mídias sociais é grande. Ao menos em áreas como marketing, muitas empresas já possuem projetos que incluem uma maior interação com os participantes de comunidades online ou canais alternativos de contato com clientes por meio de aplicativos como o Twitter.

O problema desses sistemas, no entanto, está no nível de maturidade da tecnologia, que impede ações mais ousadas e estratégicas dentro das empresas. Tirar proveito da velocidade de comunicação de um Twitter ou da facilidade de contato do Facebook, por exemplo, ainda depende de ferramentas mais robustas e modelos de comercialização adequados.


Ao mesmo tempo, existe uma barreira cultural muito forte dentro das companhias em adotar ferramentas voltadas, primariamente, para consumidores finais. O mundo corporativo, nesse ponto, é muito conservador. Mas tem suas razões.

A primeira preocupação, sempre, é com segurança. “O Facebook, por exemplo, não é um lugar adequado para guardar informações corporativas”, afirma David Mario Smith, analista da consultoria Gartner, especialista na área de colaboração. Para Smith, é natural o movimento de entrada das redes sociais nas empresas. Mas, o analista ressalta que as opções atualmente disponíveis na internet não são ferramentas corporativas.

Acompanhe a notícia completa no CIO.

Leia Mais…

Efeito Rio 2016

Ontem publiquei aqui sobre a vitória da campanha Rio 2016. Algumas pessoas criticaram dizendo que vai ser mais uma oportunidade para tirar dinheiro do povo.
Encontrei as seguintes reportagens:

O efeito Olimpíada sobre a Bolsa brasileira pode ser mais duradouro e intenso do que visto na sessão desta sexta-feira, 2. Relatório do banco JPMorgan distribuído para clientes na manhã de hoje, enquanto o Rio ainda era dúvida como sede dos Jogos, observou que estudos mostram que o mercado do local escolhido pera um evento esportivo deste porte sobe, em média, 2% nos cinco dias seguintes ao anúncio. Se esse padrão se repetir, então há espaço para ganhos mais fortes na próxima semana.

A confirmação da cidade do Rio de Janeiro como sede para os Jogos Olímpicos de 2016 garantiu fôlego à Bovespa nesta sessão, dia em que os mercados de ações internacionais se ressentem do fraco resultado do payroll de setembro. O Ibovespa, que operavam em alta de aproximadamente 0,40%, aos 60.700 pontos por volta das 12h30, ampliou os ganhos assim que o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que as rivais Chicago e Tóquio estavam fora do páreo. Foi nesse momento que o índice voltou à casa dos 61 mil pontos, para bater a máxima de 61.333 pontos, com ganho de 1,45%. Às 16h32, o Ibovespa operava em alta de 1,25% (61.218 pontos).

O evento a ser realizado no Rio daqui a sete anos promete aquecer vários setores da economia e, portanto, é possível atribuir a esse evento a valorização de muitos papéis, inclusive os do setor siderúrgico e de mineração. Mas, para especialistas, alguns papéis sentiram mais rápida e intensamente o efeito Olimpíada e se destacaram na alta. Entre eles, Gol, TAM, CCR, Light e Localiza. Juntos, esses papéis subiram 4,02% até as 16h15, sendo que boa parte dessa valorização aconteceu a partir das 12h30, no momento em que a aposta na vitória do Rio como sede dos jogos olímpicos já era majoritária.

Ainda, em outra reportagem:

Os quase R$30 bilhões que o comitê organizador propõe gastar para a realização das Olimpíadas no Rio promete estimular novos investimentos na economia brasileira como um todo, principalmente na cidade-sede, que podem chegar a R$90 bilhões.

O que vocês acham?

Fonte 1
Fonte 2

Leia Mais…

Google x Microsoft

Estive lendo uma reportagem que diz o pporque que a Microsoft não teme o Google. Abaixo, há uma parte dessa entrevista:

A unidade de negócios Microsoft Business tem sob seu guarda-chuva um dos produtos mais bem-sucedidos e lucrativos da gigante na área de software empresarial, o Office. Mas assim como todo o mercado mundial, sofreu com os efeitos da recessão provocada pela crise americana, levando a divisão a uma queda de 13% na receita global do último trimestre, encerrado em junho passado.

Em entrevista ao IDG News Service, nos Estados Unidos, o responsável pela área, Stephen Elop, disse, no entanto, que apesar do mau desempenho está confiante na recuperação da economia, o que contribuirá para a empresa enfrentar a concorrência no mercado de software de colaboração, com aplicações baseadas em web. Hoje, uma das grandes tacadas do Google, que anunciou, recentemente, sua ofensiva para fisgar clientes da Microsoft.

Diante do novo desafio que se impõe, a gigante tenta sair na frente e mostra-se pronta para oferecer versões online dos programas Word, Excel, PowerPoint e OneNote já como parte do Office 2010, previsto para ser lançado no início do próximo ano. Passo que representa a transição para o modelo de licenciamento de “software como serviço", o conhecido SaaS.

A ideia é colocá-lo disponível na suíte Business Productivity Online - que inclui o Exchange Online, SharePoint Online, Office Live Meeting e Office Communications Online.

De acordo com Elop, o pacote Office 2010 para o mercado corporativo vai chegar com inúmeros recursos, os quais possibilitam integrar os programas com aplicativos web.

Leia a entrevista em que o executivo afirma também que Microsoft não tem medo de enfrentar o Google.

Acredito que essa "briga" vai longe!
Ninguém quer perder mercado, mesmo que para isso tenha que se mudar paradigmas corporativos ;)

Leia Mais…